Um novo brinquedo.

Quando criança, ganhando um brinquedo novo, ainda desconhecido, brincava com ele procurando conhecer todas as suas possibilidades de divertimento e prazer. Orgulhoso, mostrava para os amigos para que sentissem o meu novo poder. Depois, o colocava junto com os outros no meu cesto de brinquedos – um pouco desorganizado. Em meio aos demais, ele se incorporava aos estímulos da minha imaginação infantil.

Hoje, faço o mesmo com os novos conceitos aprendidos. Apenas incorporo seus aspectos interessantes ao caos de meus entendimentos, meu divertimento. Enchi-me e esqueci ha muito tempo da sensação do poder em mostrar-lhes para os outros.

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